A Reflorestadora Sincol Ltda e Sincol S.A. Indústria e Comércio, do Grupo Sincol, certificou suas florestas de acordo com os Princípios e Critérios do FSC – Forest Stewardship Council (Conselho de Manejo Florestal).
Este documento resume o “Plano de Manejo”, o qual serve de base para o bom andamento da Certificação Florestal (segundo os P&C do FSC), visto que nele constam os procedimentos relativos ao desenvolvimento das atividades florestais, ambientais e sociais da empresa.
A Sincol S/A Indústria e Comércio está localizada na cidade de Caçador, planalto ocidental de Santa Catarina, integrando a micro-região do Contestado.
A empresa foi fundada em 1943, com
o objetivo de beneficiar madeira, fabricar móveis e construir casas. A
atividade atual da unidade fabril da Sincol S/A é a fabricação de:
portas, venezianas, parquets, rodapés, sinkit, produtos montados, assoalhos,
sarrafeados, door-blank, aplainados,
entre outros produtos. De sua produção total, 30 % é destinada ao mercado
externo. Sua demanda anual (base de dados - ano 2008)
é de cerca de 125 mil toneladas de madeira serrada e 13 mil toneladas de
lâminas faqueadas e torneadas.
Em 1982, a empresa criou a Reflorestadora
Sincol Ltda, com o objetivo de implantar e manejar florestas plantadas para
suprir a demanda industrial. Em atividades florestais, atualmente
trabalham cerca de 176 funcionários diretos (158 contratados pela Reflorestadora Sincol e 18
pela Sincol S/A) e aproximadamente 74
trabalhadores indiretos (terceirizados).
Ao todo, a Sincol S/A e a Reflorestadora Sincol possuem 17 fazendas florestais que no total ocupam uma área de aproximadamente 13.003,31 ha e estão distribuídas em 7 municípios de Santa Catarina (região do Contestado) e 3 do Paraná.
Santa Catarina:
· Caçador,
· Lebon Régis,
· Timbó Grande,
· Macieira,
· Calmon,
· Matos Costa,
· Porto União.
Paraná:
· General Carneiro,
· Palmas,
· Coronel Domingos Soares.
Também administram 35 fazendas em regime de parceria e arrendamento, nos municípios de Caçador, Água Doce, Matos Costa e Lebon Régis que no total ocupam uma área de aproximadamente 4.316 ha.
Aproximadamente 55 % da área total das fazendas da empresa são formadas por remanescentes nativos preservados e mapeados (fragmentos naturais, preservação permanente e reserva legal), o restante é ocupado por: áreas com plantios de Pinus, infra-estrutura, açúdes e outros.
A Reflorestadora Sincol Ltda e a Sincol S/A se comprometem a seguir os Princípios e Critérios do FSC, não apenas visando à Certificação Florestal, mas também a melhoria contínua de seu setor florestal, enfocando sempre a conservação ambiental e a justiça social.
O compromisso ambiental da empresa é voltado ao desenvolvimento de ações para promover principalmente a conservação dos remanescentes florestais, essenciais para preservação da fauna e flora local, dos recursos hídricos e das áreas nativas e de interesse paisagístico.
As propriedades da empresa possuem áreas de reserva legal, identificadas e mapeadas. A maior parte está totalmente regularizada, restando apenas tres fazendas que estão em processo de averbação. As áreas de preservação permanente também estão mapeadas e, anualmente, de acordo com o cronograma operacional, a empresa promove a recuperação daquelas degradadas, sendo que no exercício de 2008 foram recuperados 20,17 ha e monitorados outros 74,61 ha em processo de regeneração. Também está em processo de recuperação a área de uma das cascalheiras que foi desativada pela empresa.
O trabalho de conscientização ambiental inclui a orientação aos operários quanto à necessidade de preservação e conservação ambiental, bem como de coibir atividades ilegais como caça, pesca e extração de espécies nativas. Também foram implantadas em todas as fazendas placas de sinalização, proibitivas e orientativas, para contribuir no processo de conscientização ambiental.
Tanto nas fazendas como na indústria, foi implantado o sistema de coleta seletiva de resíduos visando a reciclagem. Os resíduos recicláveis são vendidos e os não-recicláveis destinados ao aterro sanitário municipal. A média de arrecadação mensal com a reciclagem, em 2008, foi de R$ 2.500,00.
Para minimizar os impactos ambientais negativos decorrentes das atividades de manejo florestal, é realizado o monitoramento das ações de campo, sempre tomando-se por base o que estabelece o Plano de Manejo da empresa. Sempre que possível os procedimentos operacionais são alterados visando reduzir os impactos da atividade.
|
RECURSOS HUMANOS |
|
|
ANO |
|
|
|
|
|
|
2003 |
2004 |
2005 |
2006 |
2007 |
2008 |
|
|
Nº Trabalhadores
envolvidos na atividade florestal |
119 |
151 |
142 |
147 |
139 |
158 |
|
|
Horas de treinamento
(dos cursos na atividade Florestal)* |
|
872h |
878 |
54,3 |
892 |
722 |
|
|
Nº de Afastamentos por
lesão (atividade florestal) |
4 |
12 |
8 |
21 |
6 |
1 |
|
|
% absenteísmo (atividade florestal) |
|
|
4.21% |
5.34% |
5,30% |
6,70% |
|
|
Número de
reclamatórias trabalhistas (florestal) |
|
1 |
1 |
2 |
2 |
2 |
|
|
*TREINAMENTOS:
Segurança no Trabalho, FSC – Certificação Florestal, Combate à Formigas,
Primeiros Socorros, |
|||||||
|
Manual de Procedimentos
Interno da Reflorestadora, Operadores de Motoserra, Sistemas de Informações
Geográficas, |
|||||||
|
Direção Defensiva para
o transporte de pessoas, Brigada de Incêndio Florestal. |
|||||||
|
AÇÕES SOCIAIS |
|
|
ANO |
|
|
|
|
|
|
2003 |
2004 |
2005 |
2006 |
2007 |
2008 |
|
|
Educação de
funcionários/convênios (número beneficiados) |
|
|
122 |
134 |
141 |
185 |
|
|
Número de bolsas de
estudo |
59 |
65 |
69 |
54 |
68 |
35 |
|
|
Campanhas de saúde
pública (nº de participantes)* |
114 |
163 |
665 |
449 |
482 |
905 |
|
|
Programa de Visitantes
na Empresa |
210 |
50 |
175 |
244 |
148 |
425 |
|
|
Comunidade envolvida
em palestras e treinamentos (número |
|
|
|
|
|
|
|
|
De pessoas) |
|
43 |
55 |
246 |
- |
30 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
OUTRAS INFORMAÇÕES: |
2003 |
2004 |
2005 |
2006 |
2007 |
2008 |
|
|
Medicina Ocupacional
(Ativ. Florestal): Admissional |
|
44 |
60 |
43 |
46 |
81 |
|
|
Exame
Periódico |
|
103 |
143 |
114 |
122 |
105 |
|
|
Mudança
de função |
|
9 |
11 |
12 |
19 |
14 |
|
|
Demissional |
|
28 |
52 |
43 |
45 |
50 |
|
|
Retorno
ao Trabalho |
|
|
4 |
5 |
11 |
7 |
|
|
Medicina Assistencial:
Consultas médicas (geral) |
|
1640 |
2126 |
2761 |
2615 |
3093 |
|
|
Atendimento
de audiometria (geral) |
|
1553 |
1529 |
1592 |
1659 |
1705 |
|
|
Atendimento
de audiometria (florestal) |
|
186 |
212 |
220 |
213 |
227 |
|
|
Exame Preventivo do Câncer
(geral) |
|
65 |
69 |
55 |
55 |
48 |
|
|
Nº de
Atendimentos Odontológico (geral) |
|
216 |
423 |
223 |
368 |
630 |
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
* CAMPANHAS DE SAÚDE
PÚBLICA: |
2003 |
2004 |
2005 |
2006 |
2007 |
2008 |
|
|
Doação de Sangue ( nº
de bolsas) |
61 |
44 |
65 |
130 |
130 |
69 |
|
|
Programa de Controle
de Hipertensão |
|
|
|
|
46 |
69 |
|
|
Grupo de Gestantes |
|
|
|
9 |
20 |
16 |
|
|
Grupo de Obesos |
|
|
|
|
87 |
271 |
|
|
Vacinação
Anti-tetânica (Doses) |
53 |
119 |
600 |
310 |
199 |
338 |
|
|
Vacinação da Gripe
(Doses) |
|
|
|
|
|
450 |
|
|
Vacinação Rubéola (Doses) |
|
|
|
|
|
473 |
|
|
Hipertensão e
Diabetes: Realizado
acompanhamento dos colaboradores através dos exames periódicos, desenvolvendo
|
|||||||
|
um trabalho diário de
orientações e cuidados com todos os colaboradores que desenvolvem ou tem pré
disposição |
|||||||
|
para o desenvolvimento
de doenças crônicas para concientização de hábitos mais saudáveis. |
|||||||
|
O tabagismo
também é focado, orientações são realizadas na empresa e o colaborador que
tem a decisão de |
|||||||
|
parar de fumar pode
participar dos grupos de orientações realizados na secretaria da saúde do
município. |
|||||||
|
Trabalhamos um fator
de risco importante para o desenvolvimento de doenças: A obesidade |
|||||||
|
Em parceria com a
secretaria da saúde do SUS, um profissional da área de nutrição realiza um
trabalho de orientação |
|||||||
|
e reeducação alimentar
à todos os colaboradores com IMC acima de 28. O objetivo é normalizar ou
diminuir o peso e, |
|||||||
|
acima de tudo,
diminuir os riscos de doenças que a obesidade oferece. |
|||||||
|
BOLSAS DE ESTUDO
(CADEIA DE CUSTÓDIA): |
2003 |
2004 |
2005 |
2006 |
2007 |
2008 |
|
|
Graduação |
36 |
34 |
38 |
28 |
39 |
20 |
|
|
Pós-Graduação |
6 |
7 |
7 |
11 |
8 |
4 |
|
|
Línguas |
11 |
11 |
11 |
3 |
3 |
0 |
|
|
Cursos Técnicos |
6 |
13 |
13 |
12 |
18 |
11 |
|
|
Total |
59 |
65 |
69 |
54 |
68 |
35 |
|
O objetivo principal do manejo florestal da Sincol é:
“Implantar florestas produtivas, visando a melhoria contínua da qualidade da madeira produzida e da produtividade, promovendo o desenvolvimento social e respeitando a conservação da biodiversidade, recursos hídricos, solos e ecossistemas.”
Espécie
O sistema adotado pela empresa baseia-se na silvicultura e manejo de Pinus taeda, espécie que comprova excelente adaptação através dos 30 anos (aproximadamente) de introdução na região e que atende todas as características técnicas exigidas pelo processo industrial da empresa. Atualmente a empresa vem desenvolvendo experimentos com outras espécies de Pinus, através de parceria com a EPAGRI, além de estar começando estudos regionais, visando a implantação de futuros projetos com o Gênero Eucalyptus, tendo iniciado o primeiro projeto econômico com E. grandis e E. dunnii.
Implantação de Plantios de Pinus
Desde a implantação dos primeiros povoamentos, cerca de 38 anos atrás, a empresa adota como norma, o plantio sobre áreas degradadas ou áreas com vegetação secundária muito alterada. Os plantios são efetuados somente com a devida autorização dos órgãos ambientais competentes (FATMA, IAP e/ou IBAMA).
Auto-sustentabilidade
Um dos maiores objetivos da empresa é a auto-suficiência de matéria-prima florestal, para isto está constantemente monitorando a produção florestal através de mapas atualizados e inventários florestais contínuos.
O planejamento da produção florestal baseia-se nos resultados do monitoramento do desenvolvimento das florestas e da demanda industrial, sempre procurando o equilíbrio entre a oferta e a demanda para manter a sustentabilidade florestal.
As projeções de estoque, em 2008, indicaram a disponibilidade de aproximadamente 240 mil metros cúbicos, sendo que efetivamente a empresa explorou cerca de 188 mil metros cúbicos, demonstrando, neste ano, a capacidade de sustentabilidade da empresa.
Uso
Econômico
A utilização da madeira produzida nas fazendas visa o melhor aproveitamento possível da matéria-prima e a redução do desperdício.
Controle
de Pragas
As principais pragas florestais que estão sendo controladas atualmente nas áreas florestais da Sincol são as seguintes:
· Vespa-da-madeira (Sirex noctilio);
· Formigas cortadeiras (Acromyrmex spp.);
· Pulgão (Cinara spp.).
A vespa-da-madeira e o pulgão estão sendo controlados com o auxílio da Embrapa, através do convênio com a FUNCEMA e o Sindicato dos Madeireiros de Caçador. Em 2008, foram realizadas aplicações de nematóides na Fazenda Azulão, totalizando inoculações em 20 árvores.
Controle
de Incêndios Florestais
A Sincol treina sua equipe de campo para o combate ao fogo e possui equipamentos específicos para tal em todas as fazendas, em locais de fácil acesso. Entretanto a empresa acredita que a prevenção é o melhor caminho, por isto evita a realização de queimadas em suas fazendas. Além disto procura alertar os vizinhos do perigo do uso do fogo. No ano de 2007, foi registrado um incêndio em suas fazendas.
Operações Florestais
Para as atividades de Manejo Florestal a Sincol dá preferência à utilização de operações “semi-mecanizadas” para possibilitar a oferta de empregos na região, buscando minimizar os problemas sociais decorrentes do desemprego.
O sistema de manejo florestal dos plantios de Pinus é baseado no planejamento e desenvolvimento das seguintes operações:
· Produção de mudas (viveiro).
·
Preparo de solo.
· Combate à formiga.
· Plantio (semi-mecanizado e manual).
· Replantio.
· Reforma.
· Poda de galhos.
· Roçada (mecânica, manual).
· Controle de pragas.
· Desbaste seletivo.
· Corte raso.
· Transporte florestal.
· Construção de estradas.
· Prevenção e combate à incêndios florestais.
Todas as operações citadas estão procedimentalizadas no Plano de Manejo da empresa e documentos correlatos. Estas atividades seguem um planejamento anual por fazenda (Planejamento Operacional).
Uso de
Produtos Químicos
A empresa procura minimizar ao máximo o uso de produtos químicos (agrotóxicos, herbicidas e outros), preferindo, sempre que possível, a utilização de operações mecânicas ao invés de combates químicos.
Quando o uso de químicos se faz realmente necessário, o uso e o manuseio dos mesmos segue os mais rigorosos padrões de segurança, visando à preservação da saúde dos trabalhadores e a prevenção de impactos ambientais. Para este fim o uso de EPI é obrigatório e as doses de produto para aplicação em campo são as menores possíveis. É proibida a aplicação de produtos em locais próximos a recursos hídricos.
Na escolha de novos produtos químicos, a Sincol se compromete a testar em campo vários tipos de produtos, dando preferência aos que possuírem menor toxicidade, menor dosagem e princípios ativos naturais (quando existir esta alternativa).
Impactos Ambientais
Todas as práticas florestais adotadas pela Sincol visam causar o menor impacto ambiental possível sobre o meio ambiente. Medidas preventivas e/ou mitigadoras foram implementadas para evitar que o Manejo Florestal cause danos ao solo, recursos hídricos e remanescentes nativos.
Está em estudo a introdução, quando possível, do sistema de Cultivo Mínimo na implantação de alguns projetos de Pinus, visando, principalmente, diminuir ao máximo o impacto ambiental das operações envolvendo o preparo do solo.
As atividades florestais da empresa foram avaliadas e classificadas segundo o grau de impactação, de acordo as tabelas a seguir:
Tabela 1. Escala de Impactação Ambiental
|
Grau
de Impactação Ambiental |
|
Escala
de Cores |
|
Alto |
Þ |
|
|
Médio |
Þ |
|
|
Baixo |
Þ |
|
Tabela 2. Grau de Impacto Ambiental por Atividade Florestal
|
Atividades |
|
Grau
de Impactação Ambiental |
|
Plantio
(semi-mecanizado) Preparo
de Solos Roçada Corte
Raso Construção
de Estradas |
Þ |
|
|
Preparo
de Solos Combate
à Formigas Controle
da Vespa Desbaste
Seletivo Transporte
Florestal |
Þ |
|
|
Produção
de Mudas Replantio
Poda
de Galhos |
Þ |
|
Monitoramento
As atividades florestais são monitoradas por uma equipe de supervisores e encarregados de campo, os quais são responsáveis por supervisionar o correto seguimento em campo, dos procedimentos elaborados pela Sincol. Os indicadores monitorados periodicamente pela equipe da empresa são os seguintes:
Tabela 3. Indicadores de Monitoramento
|
|
|
Indicadores |
|
Responsáveis
pelo
Monitoramento |
|
|
|
|
|
|
|
Inventário
Florestal Contínuo |
|
diâmetro, altura, volume,
sortimento. |
|
Gerência
Florestal Equipe
de inventário |
|
|
|
|
||
|
Monitoramento
de Pragas |
|
locais,
armadilhas, árvores
inoculadas, nº
de árvores infectadas, nível
de infestação. |
||
|
|
|
|
|
|
|
Produção
Florestal |
|
volume
de toras, peso
da cargas, (entrada do pátio da fábrica), fluxo
de matéria-prima, entradas
e saídas. |
|
Equipe
de controladores
da produção |
|
|
|
|
|
|
|
Estradas
e Cascalheiras |
|
volume
de cascalho extraído, %
área degradada, manutenção
e construção de estradas, pontes e bueiros. |
|
Encarregados, Supervisores. |
|
|
|
|
|
|
|
Atividades
Alternativas |
|
produção
de: erva-mate,
gado e mel. |
|
Encarregados, Supervisores. |
|
|
|
|
|
|
|
Atividades
Ilegais |
|
casos
de caça, pesca
ilegal, extração
ilegal. |
|
Encarregados, Supervisores |
|
|
|
|
|
|
|
Acidentes
do Trabalho |
|
nº
de acidentes, gravidade, causas. |
|
Engº
de Segurança do Trabalho |
|
Qualidade
da Água
Consumida |
|
índice
de potabilidade (coliformes
fecais, coliformes totais, outros) |
|
Setor
de Segurança. |
|
|
|
|
|
|
|
Treinamentos |
|
necessidade
de treinamento, locais, temas,
participantes. |
|
Setor
de Segurança, RH |
|
|
|
|
|
|
|
Atividades
de Terceiros |
|
controle
de contratos, uso
de EPI, registros
em carteira de trabalho, formação
de CIPATR |
|
Setor
de Segurança, RH, Gerência
Florestal |
|
|
|
|
|
|
|
Operações florestais |
|
rendimentos, falhas
e perdas. |
|
Supervisores |
|
|
|
|
|
|
|
Incêndios
Florestais |
|
%
de áreas afetadas por incêndios. |
|
Gerência
Florestal |
Os dados coletados periodicamente são avaliados sistematicamente visando à melhoria contínua e a revisão dos procedimentos.
A Sincol possui 100% da
matéria-prima de Pinus utilizada em sua produção industrial proveniente
de suas fazendas florestais. Alguns produtos utilizam um pequeno percentual de
madeira nativa, sempre respeitando os “P&C do FSC” e a “Política de Percentagens do FSC”.